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Chissano sugere adopção de acções colectivas para combater o crime organizado

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Joaquim Chissano diz que ideias e acções colectivas podem ajudar a combater o crime organizado que apoquenta o sector privado. O antigo Presidente da República falava, hoje, na cidade de Maputo, na sequência da abertura da Conferência Anual do Sector Privado (CASP).

Logo após a abertura da Conferência Anual do Sector Privado, da qual participou, Joaquim Chissano foi abordado pela imprensa. Questionado sobre os caminhos para minimizar o crime organizado que preocupa o secror privado, o antigo Presidente da República juntou-se à causa.

“Toda a sociedade está preocupada com isso. Temos que encontrar as formas de lutar contra o crime organizado, o terrorismo e muitas outras questões negativas que dependem do Homem. O meio ambiente deve ser melhorado e preservado. Tudo isso, são assuntos que precisam de ideias colectivas e de acções colectivas”, disse o antigo Presidente da República.

O crime organizado não foi o único assunto abordado nos corredores da CASP, edição 2024. O momento serviu para o sector privado avaliar o Pacote de Medidas de Aceleração Económica, anunciado, recentemente, pelo Governo, cuja sua implementação carrega consigo desafios.

“O PAE trou-se algumas melhorias. O Governo fez o que devia, acredita que a nível do Presidente e dos ministros, mas há problemas de implementação. Há muitas decisões que foram feitas, mas os técnicos a nível de base não estão a implementar”, disse Félix Machado, empresário da Associação Comercial da Beira.

No sector dos transportes, uma ferida antiga foi reaberta e exposta às autoridades. “É verdade que a última intervenção que foi feita na EN1 e está a ser feita fez com que melhorasse bastante, mas nas zonas urbanas ainda continuamos a ter problemas sérios de vias de acesso extremamente degradadas e isso faz com que os meios de transporte durem pouco tempo”, referiu o presidente da Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), Castigo Nhamane.

Intervenientes de vários quadrantes de mundo fizeram a CASP acontecer, e a Zambézia esteve lá. O empresário Inusso Ismael falou de melhorias no ambiente de negócios, mas exigiu mais.

“A questão da banca é quase que proibitiva e as pessoas tentam fazer tudo por tudo para conseguir ganhar os concursos , porque todos nós conhecemos que o Estado é o melhor cliente e se firma contratos e depois não cumpre com os pagamentos , isso realmente é muito constrangedpor”, disse o empresário Inusso Ismael.

E foi assim, tanto no interior das salas de debates, como do lado de fora, os empresários falaram dos seus projectos e debateram com o Governo as formas de ultrapassar os obstáculos.

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